O novo blog, continuação do anterior.

Devido à grande quantidade de informação existente no nosso blog inicial, tivemos que criar este segundo. Fica encerrado o primeiro blog no que toca a novas mensagens, embora seja possivel continuar a fazer comentários, que procuraremos, sempre que possivel, transferrir para este novo blog. Esperamos continuar a contar com a simpatia e colaboração dos nossos companheiros, amigos e visitantes, com os seus comentários e escritos preciosos.

O endereço deste novo blog é:
http://bart1914parte2.blogspot.com/

Podem continuar a visitar o anterior blog que tem o endereço:
http://bart1914.blogspot.com/

o email de serviço passa a ser unicamente o seguinte:
bart1914@gmail.com

Os objectivos deste blog continuam a ser os mesmos do primeiro, ou seja, a amizade, a união, reencontro e camaradagem entre os companheiros que viveram 23 meses de guerra colonial, em Tite, na Guiné-Bissau.


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quarta-feira, 23 de março de 2011

A lingua traiçoeira... do Hipólito!

Sem ponta por que se lhe pegue . . .

Língua traiçoeira, a nossa.

Se não pr’ó quê, sigam-me, no raciocínio.

Aprestava-me para louvar a disponibilidade e aceitar o re(p)to do Cavaleiro, usando o novo acordo ortográfico.

Alto, aí. Travão, às quatro rodas.

Vá que não vá, ser mal interpretado, por não saber mais, é desculpável . . ., mas há limites.

É que, fico perplexo. Ainda bem que pensei.

Se escrevo, aceito o reto, tanto pode significar re(p)to, como re(c)to (o tal, canudo evacuatório, ou lá que é).

Uma sensaboria, agravada, já que o meu processador de texto, nem sei porquê, corretor automático, cá tem.

E também não sei se também nos comeram o c do recto . . .  

Já agora, estou por tudo.

À cautela, para evitar, a todo o custo, melindres,  considerem, p.f., não escrito, o que escrevi.

E, logo agora, aberta a janela de uma, já no papo, visitinha à linda Viana; e

que o blog, paradote embora, até, está “soft”, à imagem e semelhança do seu editor-mor (adulterado, tão só, por degeneração sulista,  já que, na sua génese, foi, comprovadamente, um “murcon bem reguila”, in illo tempore), não será de morrer na praia.

Soft, de software, o outrora e redito “murcon”, reciclado, pese embora, mas, apesar de tudo, avisado, reconheçamos.

Olha lá, se tem ido na conversa, não arremendando pontinhos e vírgulas e atrelando, a molho, as palavras, e publicado, o que, este pobre de cristo, em hora do diabo, escreveu:

“Quase me vinha à ideia, quase, a de substituí-lo”…

Não são, propriamente, maneiras de se escarrapachar uma ideia

Até me dá a “tremeliqueira”, só de pensar onde, atrevidote abstrôncio, terei escarafunchado essa e na provável, e merecida, censura, se, por um “supônhamos”, tem dado, como veio ao mundo, á estampa.

É mesmo traiçoeira, a nossa (?) língua, não há que ver.

Uma vírgula, uns pontinhos, numa qualquer salsichada, fazem toda a diferença.

Se bem que, aqui, o sentido só poderia ser, como foi, o desejo,  altruísta, de substituição e a bem da cambada.

Que não, outro, subjacente a uma ou outra inquinada mente, para que conste.



Vai cá uma açorda  . . . ai, vai, vai.


Hipólito

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