O novo blog, continuação do anterior.

Devido à grande quantidade de informação existente no nosso blog inicial, tivemos que criar este segundo. Fica encerrado o primeiro blog no que toca a novas mensagens, embora seja possivel continuar a fazer comentários, que procuraremos, sempre que possivel, transferrir para este novo blog. Esperamos continuar a contar com a simpatia e colaboração dos nossos companheiros, amigos e visitantes, com os seus comentários e escritos preciosos.

O endereço deste novo blog é:
http://bart1914parte2.blogspot.com/

Podem continuar a visitar o anterior blog que tem o endereço:
http://bart1914.blogspot.com/

o email de serviço passa a ser unicamente o seguinte:
bart1914@gmail.com

Os objectivos deste blog continuam a ser os mesmos do primeiro, ou seja, a amizade, a união, reencontro e camaradagem entre os companheiros que viveram 23 meses de guerra colonial, em Tite, na Guiné-Bissau.


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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O HIPÓLITO FOI AH DO CAMELO A MACEDO DE CAVALEIROS VER DOS PREPAROS DA ASSEMBLEIA GERAL (ALMOÇO) DO BART 1914

Fico pôdre . . .



Não sei se vos acontece o mesmo . . .

Finda a função, na sanita, no respectivo pinchavelho, papel higiénico, de grilo . . .

Calças e cuecas, a meia-haste, seguras, com periclitante equilíbrio, com os joelhos, à cantiflas ou charlot, toca de ir à busca do dito acessório . . ., aqui, pró caso, essencial.

Fico co’a mosca, como os portistas, quando ganha o benfica e vice-versa . . .

Situação incómoda e irritante, com amplitude agravada, imagino, no rigor do frio, para os “cotas” de ceroulas . . .

Mesmo sorumbático, passo ao que aqui me trouxe:



Atrevi-me, com muito sacrifício, em prospecção e apoio, a subir ao nordeste transmontano, mais precisamente a Macedo de Cavaleiros, para transmitir ao organizador do n/próximo convívio, Alberto Camelo, a experiência do último, em Penafiel.



Fiquei com a certeza de que está em boas mãos a organização do dito cujo, tal o entusiasmo e empenho, dele, da esposa, filho e nora, demonstrados.





Tem já, para o efeito, gizados o plano e estratégia que me pareceram os adequados, não fosse ele também um dos afamados “pilha-galinhas” das transmissões.





Mandatado pelo Pica, reservei, para ele, estadia condigna no convento de Balsamão, situado, isoladamente, nos contrafortes da serra de Bornes e gerido, como estalagem, por uns frades, creio que polacos.

(Santuário de Nossa Senhora de Balsemão

Turismo Religioso

Santuário antigo, tendo como origem um convento fundado pelo polaco Frei Casimiro Wiszynski, na primeira metade do século XVIII. No interior, destacam-se os altares em talha dourada, os belos tectos com imagens religiosos e uma escultura da Virgem. Com a extinção das ordens religiosas, o convento foi abandonado, mas continua a receber uma romaria todos os anos no dia 25 de Março.)




Mas, admito, devo ter metido o pé na poça . . .





É que, já em casa, ao ler o respectivo prospecto publicitário, verifico que todos os hóspedes ali albergados, devem rezar as laudes, as vésperas e o tercinho, antes da deita, o que não fará mal a ninguém.





Imagine quem quiser, um “doctor honoris causa em criptologia” a ranger os dentes, encrespando as sisudas sobrancelhas, afinando os suspensórios e atiçando-me os cães (dois pastores alemães) que guardam o mosteiro . . .





O que me irá valer, é ser campeão nos 100 metros . . . a fugir.

E pum-catrapum, pum . . . pum . . .

E entra o clarim:

Ena . . . c’um . . . (os de bom ouvido, sabem a música e letra).





Um xi-coração para todos

Hipólito



PS: Cavaleiro, não esquecer de anotar mais esta minha missão em prole da humanidade e ir pedindo uma medalhita cá pr’ó rapaz.

Garanto, não ter abusado, nem na posta, nem nas alheiras e outras minudências . . .

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