O novo blog, continuação do anterior.

Devido à grande quantidade de informação existente no nosso blog inicial, tivemos que criar este segundo. Fica encerrado o primeiro blog no que toca a novas mensagens, embora seja possivel continuar a fazer comentários, que procuraremos, sempre que possivel, transferrir para este novo blog. Esperamos continuar a contar com a simpatia e colaboração dos nossos companheiros, amigos e visitantes, com os seus comentários e escritos preciosos.

O endereço deste novo blog é:
http://bart1914parte2.blogspot.com/

Podem continuar a visitar o anterior blog que tem o endereço:
http://bart1914.blogspot.com/

o email de serviço passa a ser unicamente o seguinte:
bart1914@gmail.com

Os objectivos deste blog continuam a ser os mesmos do primeiro, ou seja, a amizade, a união, reencontro e camaradagem entre os companheiros que viveram 23 meses de guerra colonial, em Tite, na Guiné-Bissau.


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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Concurso de Poesia (continuação)

Conforme prometido aqui estão os poemas que ganharam os 1º. e 2º. prémios, do concurco de poesia da Universidade da Terceitra Idade de Abrantes, poemas estes da autoria das nossas colegas Tereza Sarzedas e Maria do Espirito Santo da Universidade da Terceira Idade de Torres Vedras.
Esperamos que gostem:
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Tema: Uma flor à janela





1º Prémio





JANELA ABERTA



Numa casinha perdida

Feita de porta e janela

Abriu os olhos à vida

Uma flor muito bela

Meu botãozinho de rosa

Meu brinquinho de princesa

Chamava-lhe a mãe, vaidosa

Ao pôr a sopa na mesa.

Passaram as estações

O estio, o frio, a geada

O vento trouxe ilusões

E a flor alvoroçada

Voou com novas paixões

Pra lá da curva da estrada.

Colheu perfeitos-amores

Em varandas coloridas

Bailou em ramos de flores

Com rosas e margaridas

De repente vacilou

Ao ver-se numa lapela

Com emoção recordou

Ser uma flor à janela.



Teresa Sarzedas -

2011

(Pseud.  Tejo)

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Tema Livre



2º Prémio





TALVEZ



Olhaste-me um dia

Eu perdi-me nesse olhar

Sereno todo de céu

Intenso todo de mar.



Perdi-me não me encontrei

E ainda hoje à deriva

Sou uma escrava cativa

De uns olhos que logo amei.



E quando a hora é tardia

Na prisão desta saudade

Eu grito p´la liberdade

P´ra te ver mais uma vez



E se a palavra for vadia

Talvez que um olhar de céu

Talvez que um olhar de mar

Me abrace no outro dia

Talvez...



Maria do Espírito Santo -

2011

(Pseud.- Noite Branca)

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